Problemas
Reprodutivos em Cadelas e Colpocitologia
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MARIA LEONORA VERAS DE MELLO
Medica Veterinária
Clinica Geral e Homeopatia
Problemas em Fisiologia da Reprodução e Endocrinologia
Colpocitologia
CRMV-RJ/2165
E-mail: leomello@homeopatiaonline.com |
Este trabalho trata dos distúrbios ligados à esfera reprodutiva de cadelas e trata-se de um esforço de engajamento a este crescente envolvimento dos colegas na preservação e progresso da classe veterinária em nosso país.
A colpocitologia é o estudo das células do aparelho genital , a partir da esfoliação do epitélio vaginal. Neste trabalho, foi utilizada a técnica de coloração de Papanicolau. Foram considerados subférteis aqueles animais com a capacidade de fecundação parcialmente comprometida.
Causas de subfertilidade
Vaginite aguda e crônica
No Brasil, os levantamentos obtidos, demonstraram predominância de Staphylococcus aureus, Streptococcus canis, E.coli , sendo frequentes infecções mistas (Teixeira, 1993; Heizer, 1995). Não se sabe quando ou porquê este equilíbrio se desfaz e os agentes bacterianos tornam-se patogênicos. Há fatores que diminuem a capacidade imunológica do animal, assim como as condições higiênicas de seu habitat. Vaginites não tratadas, ou tratamento inadequado, terão difícil
resolução e serão causa de endometrites sub-clínicas ou
crônicas (Elsenstein & Battifora, 1965;Osbaldiston,1972; MC Entee,1990;Johnson 1992, 1994 e Nelson & Couto, 1994)
A colpocitologia de cadelas com vaginite aguda revela as células epiteliais correspondentes ao ciclo estral e as alterações degenerativas, como vacuolização do citoplasma, e inclusões citoplasmáticas. Há presença de polimorfonucleares em degeneração, ou granulações tóxicas, com fagocitose de debris e bactérias. Na crônica, a citologia vaginal mostra células epiteliais destruídas, aumento do número de bactérias e presença de polimorfoncleares, linfócitos, isolados, ou em folículos linfóides (Eisentein,1965; Roszel,1975,1977; Mello 1996).
Endometrite subclínica ou sub-aguda
A descarga vulvar é rara, e quando ocorre, é espessa, muco-purulenta. Nestes casos, há episódios de reagudização, com sinais clínicos de descarga vulvar em maior quantidade, pirexia, anorexia, desconforto abdominal, vômitos. Há história de doença uterina prévia , subfertilidade e pseudo-gestações (Dow, 1958; Hardy & Osborne, 1974; Roszel, 1975,1977; Holst,1986; MCEntee, 1990). Nas reagudizações, o quadro evolui para uma piometrite, e a citologia vaginal revela células epiteliais características de metaestro, com um grande número de polimorfonucleares degenerados (Brotszman et al 1996).
Endometrite crônica
Na classificação de Dow( 1957,1958,1959), a endometrite crônica corresponde a hiperplasia cística endometrial de grau II . Se a cervix estiver fechada, acumula-se grandes quantidades de pus na luz uterina. O endométrio torna-se atrófico, e as paredes uterinas podem ser tornar mais finas, com evolução da hiperplasia cística endometrial para o grau III ou IV .A severidade dos sintomas clínicos dependem do grau de patência de cérvix (OLSON,1984;FAYER_HOSKEN, 1994; COKCROFT,1995). A citologia vaginal revela células epiteliais características de metaestro,polimorfonucleares com diferentes graus de degeneração, linfócitos e aglomerados de células endometriais com citoplasma vacuolado.
Complexo hiperplasia cística endometrial-piometrite
Como a piometrite é um doença metaestral, ela ocorre quando os níveis séricos de progesterona estão mais altos. A progesterona estimula a proliferação das glândulas endometriais. A consequência patológica de uma estimulação glandular prolongada, é o desenvolvimento de hiperplasia cística endometrial. A progesterona também aumenta a atividade secretora das glândulas endometriais, que resulta em produção e acúmulo de grandes quantidades de fluido vindo do muco. Além disso, mantém a cérvix fechada , e o crescimento endometrial e a secrecão glandular , inibem a contratibiliodade miometrial e a drenagem adequada. O útero sob efeito da progesterona, é mais susceptível às infecções bacterianas (Roszel 1977; Nelson & Feldman, 1986)
O tamanho do útero varia com a abertura cervical, e o seu aumento pode ser em um só corno. Há animais que apresentam constrições anelares ao longo dos cornos uterinos, dando falsa impressão de gestação (Hardy & Osborne,1974 e Shille,1990).
Os esfregaços vaginais obtidos de cadelas com piometrite, são caracterizados pela presença de massas de neutrófilos, que persistem no final do metaestro e o anestro. O aumento de neutrófilos degenerados, presença de células cervicais e endometriais vacuoladas e não vacuoladas, e muco, determinaram o diagnóstico do complexo hiperplasia cística-piometrite (Toniolo,1991; Cockcroft,1995; Memon & Mickelsen, 1993; Caudle,1994; Fayer-Hosken et al, 1994; Mello,1996)
Metrite Aguda ou Puerperal
A metrite aguda é uma alteração infecciosa que ocorre no início do período puerperal, no final da primeira semana pós-parto. Os fatores predisponentes são distocia, manipulações obstétricas, e retenção de placenta ou fetos. Metrites ocorrem também após partos não complicados. O útero pós-parto está aumentado, e há patência de cérvix, estes fatores permitem a invasão e crescimento de microorganismos que estão no ambiente. Observa-se uma descarga vaginal purulenta a piosanguinolenta, ou uma descarga verde escura se a placenta estiver retida . Os sinais sistêmicos incluem depressão , anorexia, pirexia, desidratação e taquicardia. Ocorre hipotermia nos casos avançados, com septicemia e debilidade (Magne, 1986; Nelson & Couto, 1994) .
A citologia vaginal revela polimorfonucleares degenerados, bactérias extra e intra-celulares, debris celulares amorfos, muco, células endometriais, fibras musculares dos fetos decompostos além de células de epitélio vaginal características de influência progesterônica (Roszel, 1975, Magne, 1986).
Subinvolução dos locais placentários
Após o parto, o útero da cadela leva até 12 semanas para voltar ao tamanho normal. a cadela exibe uma descarga vaginal escura, com lóquios, no período imediatamente após o parto. A subinvolução dos locais placentários é caracterizada por uma descarga sanguínea vulvar persistente, após o parto. Ocorre falha na cicatrização das massas colágenas, e sua superfície se torna necrótica e hemorrágica Esta descarga persiste de semanas a meses, e resulta em anemia da cadela. Nas áreas placentárias de subinvolução endometrial, ou reação decidual, o miométrio e a serosa estão prejudicados, e há relatos de peritonite. Na ausência de resposta ao tratamento, há risco de vida e é necessário a realização de pan-histerectomia. (BURKE, 1977; AL-BASSAM,1982). Células tipo-trofoblásticas são abundantes na bases destas massas colágenas e ao redor dos vasos sanguíneos, e podem invadir o miométrio. Os trofoblastos são de origem fetal e sua função está relacionada com o suprimento da alimentação e desenvolvimento do feto. O mesmo útero exibe uma recuperação normal em alguns locais placentários, enquanto em outros há subinvolução .Os sincícios de células tipo-trofoblásticas são vistos no estudo de esfregaços vaginais (Wheeler, 1986; Nelson & Couto, 1994).
Abortamento
As causas para o abortamento, quer seja parcial ou total, isto é de toda a ninhada ou parte dela, são muitas, mas pode-se citar defeitos fetais, desenvolvimento materno anormal, agentes infecciosos, e traumatismos ou quedas (Roszel, 1977; Nelson & Feldman, 1987).
Os sinais externos exibidos no abortamento são contrações abdominais antes dos 55 dias de gestação, anorexia, inquietude, vômitos, febre, dor abdominal, descarga vaginal saguinolenta escura ou purulenta e a expulsão prematura dos fetos, vivos ou mortos (Dellepiane, 1989; Jonhnson, 1994).
A colpocitologia mostra abundantes polimorfonucleares, celulas com diferentes graus de lise, células endometriais , fibras musculares, células trofoblásticas isoladas ou em sincícios. Não é possível observar através da colpocitologia se o processo foi isolado, ou se toda a ninhada foi abortada (Roszel 1975,1977); Johnson,
1994).
Tumor Venéreo Transmissível
Nas cadelas, a lesão tumoral desenvolve-se na mucosa vestibular, e tem progressão rápida. A lesão é proliferativa e sua superfície é irregular, com sangramentos frequentes. É uma massa solitária sobre a parede vaginal, ou múltiplas massas, que se expandem para o vestíbulo, vulva, lábios vulvares, cérvix e útero. As massas consistem de nódulos sólidos, múltiplos ou solitários, irregulares e friáveis. Os tumores têm forma de couve-flor, ou são pedunculados, papilares, ou muti-lobulados. As metástases ocorrem na face, passagens nasais, cavidade bucal, em volta dos olhos, linfonodos ilíacos externos , inguinais superficiais, baço, fígado, pulmões e cérebro .Os sinais mais comuns são descarga vaginal hemorrágica, lambedura frequente do animal no local afetado, ou mesmo protusão do tumor para a vulva. A história clínica conduz à ocorrência de monta recente, ou de meses antes e há desenvolvimento do TVT vários meses após o parto de uma fêmea( Jones & Joshua, 1982 ; Patnaik et al,1987).
O aspecto citológico do TVT é patognomônico: observa-se uma população homogênea de grandes células redondas ou ovais, com pequena proporção núcleo: citoplasma, e seu citoplasma é vacuolizado, e são comuns as figuras mitóticas (Johnson,1994).
Cistos de corpo lúteo e folículos luteinizados
São compostos de células luteinizadas, tendem a ser simples, em um só ovário , com parede espessa, e capazes de produzir progesterona, com prolongamento do metaestro na cadela afetada, e manifesta-se com pseudocieses acentuadas ou alterações de hiperplasia cística endometrial e piometrite. Os cistos luteinizados ocorrem por liberação insuficiente de LH, em relação a ovulação, mas suficiente para luteinizar as células ao redor de folículos anovulatórios. Nas cadelas e porcas, ocorrem também folículos luteinizados individuais, e ocorre por um retardo no amadurecimento de folículos , na ocasião da liberação do LH (Youngquist, 1986)
Nos exames colpocitológicos são encontradas células sob influência progesterônica, fora da fase de ciclo estral normal, e há células endometriais e sinais de atipia inflamatória, caso se desenvolva o complexo hiperplasia cística endometrial (Mialot,1988; MCEntee, 1990).
Cistos foliculares, persistência de células granulosas e cistos de estruturas epiteliais subcapsulares
São alterações degenerativas, que apresentam estruturas com paredes finas, simples ou múltiplas,em um ou ambos os ovários, bem visualizados ao ultra-som. São ou não produtores de estrogênio. Quando há produção estrogênica, os sinais clínicos são cios prolongados, metrorragias fora da época de pró-estro, atração dos machos, e libido acentuado ou ninfomania. Os cistos foliculares na cadela estão associados a vários sinais de hiperestrogenismo, incluindo períodos de estro prolongados, atração de machos, edema de vulva e descarga vulvar. Muitas vezes não há atividade estrogênica (Youngquist,1986). Os cistos de estruturas epiteliais subcapsulares têm sua frequência aumentada com a idade nas cadelas. É uma condição cística mais comum que a degeneração cística folicular. Das estruturas epiteliais subcapsulares podem surgir adenomas papilares, cistoadenomas e cistoadenocarcinomas, produtores ou não de hormônios ( McEntee, 1990).
Segundo MEYERS-WALLEN (1992) , a duração de um dos sinais abaixo por 21 dias ou mais, indica persistência de estro e hiperestrogenismo : ceratinização de 50 a 90% ou mais das células epiteliais vaginais; comportamento de cio, com desvio de cauda, ou permissão para o coito; edema de vulva; concentrações séricas de progesterona abaixo de 2ng/ml; o metaestro não ocorre na época esperada.
Anestro prolongado
Existem duas categorias de animais com anestro persistente: aqueles que jamais tiveram ciclos, e aqueles que ciclavam e depois pararam. Um animal que jamais teve ciclos pode ser uma fêmea pré-púbere normal com menos de 24 meses de idade, pode ter cios silenciosos, possuir uma anomalia gonadal ou cromossômica congênita, ou outro distúrbio interfira no ciclo estral. Nas fêmeas que ciclaram antes, leva-se em conta distúrbios gonadais, metabólicos, admnistração de medicamentos, ou idade avançada. (Johnson, 1994).
Os cios silenciosos são averiguados através das concentrações séricas de progesterona. Se esta estiver acima de 2 ng/ml, a cadela ciclou nos últimos 60 a 90 dias. Através da morfologia e coloração dos esfregaços vaginais, averigua-se ovulação recente, ou se há anestro prolongado. ( Roszel 1975, 1977; Johnson,1994). Em cadelas nas quais não foi detectado cio, mas que apresentam pseudocieses, deve-se considerar que ocorreu ovulação nos últimos 45 dias.
O anestro persistente resulta de supressão da função do eixo hipotalâmico-hipofisário-ovariano , hipotiroidismo, disfunção adrenal, a glicocorticoterapia exógena, e outras enfermidades metabólicas (Concannon,1983,1986; Johnson, 1994).
Os resultados dos exames colpocitológicos são idênticos aos do anestro normal, com rarefação de células , e as estruturas observadas são células parabasais e intermediárias pequenas e médias, polimorfonucleares e bactérias ( Cowell & Tyler, 1993).
Síndrome do ovário remanescente
A síndrome do ovário remanescente é a presença de córtex ovariano funcional no abdômen após uma ovario-histerectomia. O tecido ovariano subsequentemente passa a produzir hormônios sexuais ( estrógenos e progestágenos) que resultam em sinais de pró-estro e estro e ocasionalmente pseudogestação (Wallace, 1992).
A síndrome do ovário remanescente ocorre em mulheres que realizaram pan-histerectomia devido a uma inflamação benigna dos ovários (Melissa, 1992). Em cadelas e gatas, a indicação para serem ovario-histerectomizadas é devido a piometrites (Mello,1996) . A falha para remover todo o tecido ovariano pode ser devido uma visualização insuficiente do campo cirúrgico ou a ligaduras incorretas ( Wallace,1992).
O tratamento hormonal preconizado é a administração de gonadotrofina coriônica, o acetato de megestrol, ou o mibolerone (Shille & Olson, 1989). Também foram utilizados apenas antibióticos na oresença de infecção do coto uterino, que além de sanarem a infecção determinaram o desaparecimento dos sinais da sindrome do ovário remanescente.
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