Boletim da HomeopatiaOnLine
Repertório de Homeopatia
Boletim - Edição 88 - Ano 05
03 de setembro de 2005


Lançado o Programa de Homeopatia para Saúde da Família

Foi lançado em 27 de agosto em Petrópolis, pelo prefeito Rubens Bomtempo, o PRHOSAF (Programa de Homeopatia para Saúde da Família).

É o primeiro programa de Homeopatia para o PSF no Brasil, que inclui assistência médica, assistência de enfermagem, assistência farmacêutica, educação em saúde, visitas domiciliares, referência e contra-referência além do programa de ensino da Homeopatia para capacitação dos profissionais da rede, tudo dentro dos moldes do SUS e das ESF (Estratégias de Saúde da Família).

O programa foi lançado durante o Simpósio "HOMEOPATIA, SUS E CIDADANIA" organizado pelo Instituto Roberto Costa e que contou com a presença do Prefeito de Petrópolis, do Secretário de Saúde de Petrópolis, Henrique Manzzani e do Consul do Sri Lanka no Rio de Janeiro Sr. Sohaku Basto, Gíssia Galvão, Francisco Villela, Teresa Leitão e Flávio Dantas.

O PRHOSAF já começou a ser implantado no dia 29 de agosto na Unidade de Saúde da Família de Fazenda Inglesa em Petrópolis e até o fim do ano de 2005 será extendido às outras 35 unidades do PSF de Petrópolis que tem uma população adistrita de 100.000 pessoas.

Informou Carlos Lyrio, homeopata petropolitano.

Ponto para a Homeopatia!

Homeopatia na Universidades

Recebemos o informe do colega Flávio Mussa Tavares, de Campos/RJ, que em conjunto com outros homeopatas de lá estarão iniciando no segundo semstre o 1º Curso de Extensão em Homeopatia na Faculdade de Medicina de Campos, no norte fluminense.

Com o grupo de professores formado por:

  • Dr. Flávio Mussa Tavares- Médico
  • Dra. Jaise Ferreira- Farmacêutica
  • Dra. Tânia Salgado Monteiro- Médica
  • Dr. Benjamin Machado Alves- Médico Veterinário

Em Vassouras/RJ, a Faculdade de Medicina está oferecendo também a cadeira de Homeopatia de forma opcional aos alunos. Lá, a cadeira está a cargo do colega Marcos Mendonça.

Parabéns aos extremos do Estado do Rio de Janeiro!

E assim vamos sendo levados pelos ventos auspiciosos que sopram sobre a Homeopatia, como disse o Tio Aldo.

Crescimento de 500% da Homeopatia na internet

A Homeopatia esteve presente no VII Congresso da SOMERJ de 24 a 27 de agosto, em Vassouras, na Universidade Severino Sombra. Com a palestra
"Contribuição da Informática à Homeopatia ", mostramos os avanços de nossa especialidade com o auxílio da Informática na Educação Continuada e sua divulgação na Internet desde 1996.

Esta palestra foi atualizada com os dados de pesquisa no Google e mostrou que de 2003 a 2005 houve um pulo de 25.000 para 150.000 referências da palavra Homeopatia em português Isto mostra um aumento substancial de informação sobre nossa especialidade.

Outro ponto para a Homeopatia!

Polêmica The Lancet x Homeopatia

No dia 27 de agosto, a revista The Lancet, em seu Vol. 366, e número 9487, lançou a discórdia sobre a Homeopatia com a publicação do artigo "Are the clinical effects of homoeopathy placebo effects? Comparative study of placebo-controlled trials of homoeopathy and allopathy". Para acessar o texto na íntegra, basta se cadastrar no site, clicando aqui.

Tal fato gerou indignação e respostas em toda comunidade homeopática como algumas que estão abaixo:

Prezado senhor que assina pelo The Lancet.
Motivou-me escrever-lhe a indignação em mim despertada a partir da afirmação leviana de V.S. quando ao final de seu comentário diz que os médicos devem ser honestos e dizer a seus pacientes sobre o não benefício da Homeopatia.

Homeopata clínico que sou há mais de 30 anos, profundamente inserido na pesquisa e na clínica homeopática pois fui motivado pela sua inegável ação e plenamente convencido de sua eficácia quando aplicada dentro de sua episteme, devo devolver a V.S. a mesma afirmação:

Os pesquisadores que se dispuserem a analisar a Homeopatia e principalmente os comentaristas que usam o trabalho de outros para fazer afirmações levianas, need to be bold and honest em seus estudos e analisar a Homeopatia dentro de sua episteme, ou seja, o medicamento individualizado para cada paciente, nem que para isso tenham que enveredar por novos caminhos dentro da matemática, da estatística e da epidemiologia para continuar ampliando o conhecimento sobre a riqueza que apresenta o humano.

O trabalho feito por Shang, Müntener, Nartey, Jüni, Dörig, Sterne, Pewsner e Egger demonstrou algo que todos os homeopatas que exercem a Homeopatia dentro de sua episteme já estão cansados de saber: que os medicamentos homeopáticos quando prescritos para doenças têm desempenho igual ao placebo, apenas superam ligeiramente a performance do placebo quando entre os pacientes estudados houver um ou outro doente que tenha o seu medicamento individual entre aqueles
que estão sendo utilizados no experimento.

A equipe de epidemiologistas trabalhou bem, fez um bom trabalho dentro daquilo que sabem fazer: analisar ensaios clínicos que objetivam demonstrar eficácia de medicamentos em doenças, episteme que não é a Homeopática. A episteme homeopática está em trabalhar o doente com suas doenças. Quem não trabalha bem são os pesquisadores homeopatas que insistem em tentar demonstrar que a Homeopatia atua quando prescrita para doenças. Como isso não é verdade ... nada conseguem provar mas acreditam tê-lo feito por causa de alguns bias presentes em
suas pesquisas.

A Homeopatia atua e seu resultado é 100% quando o doente entra em contato com o medicamento que o mobiliza como uma unidade. É como no jogo de beisebol quando o rebatedor acerta em cheio a pelota, ninguém consegue pegá-la, 100%. Quando o rebatedor acerta parcialmente uma série de movimentos parciais ocorrem e até somam-se alguns pontos para equipe, mas quando o rebatedor não acerta...zero. Assim ocorre na Homeopatia, similitude com a totalidade do paciente... 100%, similitude com a parcialidade do doente gera movimentos mas
não o leva a completar sua cura e quando não houver similaridade com o
doente...zero. É o que ocorre nos ensaios clínicos que tentam demonstrar a eficácia da Homeopatia para doenças, como os medicamentos utilizados são destinados a sintomas de doenças mas não são os medicamentos daqueles doentes...zero.

O trabalho que a WHO está preparando e que tanto está atemorizando os escudeiros da metodologia da pesquisa destinada a avaliar doenças é muito mais amplo, abarca todo o universo da pesquisa homeopática. Inclui experimentos com doses infinitesimais em humanos (pathogenetic provings) e animais, experimentos de laboratório, análises de ensaios clínicos, análises de casos clínicos, estudos sobre a natureza do medicamento homeopático, etc. O estudo é muito mais abrangente e não centrado em apenas uma reduzida e errônea parcela de seu universo, os ensaios clínicos que objetivam cura de doenças com medicamentos
homeopáticos, "a la allopathy"

Agradeço sua atenção.

Matheus Marim. MD
[Research-Committee - Liga Medicorum Homoeopathica Internationalis.
Member of the WHO Working Group on Evidence Base for Homeopathy.
Rua Euclides Vieira, 560 - Campinas - São Paulo - Brasil. (13088-280)]

De que medicina necessitamos?
Certamente que a grande maioria dos cidadãos do mundo não leram, nem lerão, o Editorial da revista científica The Lancet, Vol 366 August 27, 2005; uma vez que esta consagrada revista científica é principalmente dirigida ao público médico e aos pesquisadores interessados na área da saúde. Ainda mais quando se trata de mais manifesto, pouco original, que declara a homeopatia com não sendo científica. No entanto, não podemos deixar de fazer algumas reflexões sobre o perigo que enseja.

Antes esclarecemos que este permanente questionamento acerca da cientificidade da homeopatia e dos efeitos que produz na saúde decorre de diferenças que existem nas concepções de doença de cada medicina. Qualquer parâmetro de medida só faz sentido quando utilizado corretamente. O termômetro é um excelente instrumento para medir temperatura, mas absolutamente ineficaz para medir distâncias. Este último fato, constatável e consensual a todos, não o desqualifica como um instrumento útil.

Assim, a maneira diversa como a homeopatia observa a saúde, razão de sua abordagem individualizada, voltada para as expressões da vitalidade e do sofrimento humano, implica obrigatoriamente em parâmetros de observação e avaliação que são particulares e, como não pode deixar de ser, não estão contemplados nos protocolos científicos da medicina tecnológica. Este fato não significa ausência de uma metodologia de investigação e procedimentos precisos de intervenção, os quais são avaliados por parâmetros justos, todos relacionados a uma concepção de saúde que lhe é própria e que a distingue de outras medicinas. O mesmo se dá com todas as Medicinas Tradicionais, cada uma tem sua lógica própria e constituem uma racionalidade médica complexa, com seus próprios conceitos e parâmetros para orientar e avaliar a efetividade de seus procedimentos.

O Editor do The Lancet é textual quando se refere a sua preocupação quanto ao pouco caso que o público tem dado as reiteradas pesquisas científicas que indicam como evidentes a falta de atividade dos remédios homeopáticos e o caráter inócuo de seus resultados clínicos. Atribui este fato a uma conduta liberal da classe médica, que preocupada em ser politicamente correta não condena, de modo veemente, a homeopatia como um engodo, declarando-a, sem rodeios, como uma prática médica que ludibria a população.

Assim, louva uma pesquisa realizada por encomenda do governo suíço, em que foi feita uma análise comparativa entre resultados de pesquisas homeopáticas e alopáticas publicadas, a partir de 1995, em revistas científicas indexadas. Os resultados indicam um maior número de desvios metodológicos nas pesquisas homeopáticas, em relação às alopáticas e concluem, conseqüentemente, que os resultados da homeopatia não têm poder de validação para serem considerados diferentes daqueles que são produzidos por medicamento placebo.

O editorial intitulado "O fim da Homeopatia" apóia textualmente a resolução do Comitê Parlamentar de Ciência e Tecnologia do Reino Unido e a deliberação do governo da Suíça, cortando os recursos destinados ao financiamento, pagamento dos atendimentos e investimento em pesquisa, de todas aquelas "práticas alternativas" que não são capazes de demonstrar uma eficiência diferente da queé alcançada pelo placebo.

Vemos assim, um editor de revista médica científica, assumindo declaradamente uma posição de polícia do pensamento, de guardião da verdade, de defensor daquilo que é melhor para a população escolher. Não se trata aqui de uma questão de ciência, mas da autorização a que se permite este editor, de determinar por meio de critérios duvidosos, o poder de afirmar que população erra quando escolhe aquilo que não se enquadra nos cânones científicos que defende.

Fossem as resoluções parlamentares, de qualquer nação do mundo, isentas ou imunes a equívocos, ainda assim haveria a necessidade de se perguntar à população usuária a razão de insistirem em buscar um "engodo" para cuidar de sua saúde, quando o estado lhes provê tantas coisas boas e acertadas.

Não podemos deixar de considerar que o Reino Unido e a Suíça estão entre os maiores centros de concentração de indústrias e de patentes na área produção de medicamentos, insumos e equipamentos de saúde, razão mais que suficiente para supor que as resoluções do parlamento inglês e do governo suíço não estejam descoladas de seus interesses econômicos e comerciais.

O que pensar do papel que desempenha uma publicação científica quando seu próprio editor levanta esta bandeira?

Para compreender melhor este contexto precisamos considerar que há duas décadas a Organização Mundial de Saúde trabalha para que os estados nacionais incluam as Medicinas Tradicionais nas políticas públicas de promoção da saúde. A defesa deste ponto de vista se apóia no consenso de que a gravidade da falta de recursos no planeta é fundamentalmente decorrência da sua má distribuição. No campo da saúde pública a adoção exclusiva ou dominante de uma medicina
tecnológica de altos custos tem se implicado com a exclusão, de qualquer assistência, de grandes segmentos populacionais.

Incluir as Medicinas Tradicionais, também conhecidas como Medicinas Alternativas ou, dentro da nomenclatura adotada em nosso país, Medicinas Naturais, é investir para que a diversidade das práticas de saúde, mormente aquelas que são autóctones e que não dependem de importação de insumos e tecnologia de alto custo, possam contribuir para otimizar os recursos, que sempre serão limitados, para ampliar a assistência.

Estima-se que o investimento total em Medicinas Naturais, anual em todo o mundo ocidental, nas áreas da pesquisa, formação de recursos humanos e promoção, não ultrapassa algumas centenas de milhares de dólares por ano. No entanto neste mesmo período, em Medicina Tecnológica, são investidos muitos bilhões de dólares, para os mesmos fins. Portanto, compete aos gestores públicos e aos cidadãos que almejam por justiça social, se posicionarem a favor de medidas que
estabeleçam como prioritário o investimento nas Medicinas Naturais, para que estas possam alcançar o nível de desenvolvimento necessário para suprir, juntamente com as demais formas de medicinas e práticas de saúde, as necessidade dos países e do mundo.

Será ainda possível conceber como uma conduta a favor da humanidade
comportamentos que contrariam a liberdade de escolha das populações,
principalmente quando está evidente para todo o mundo que uma das causas da violência contemporânea é justa revolta contra a progressiva ampliação do fosso social e da exclusão de direitos básicos que separam populações de uma mesma nação e de nações no mundo.

Hylton Sarcinelli Luz
[Presidente da ONG Homeopatia Ação Pelo Semelhante]

Homeopatia
Em recente editorial (''The end of homeopathy''), a mais importante revista médica européia (The Lancet, 25/08/2005) condena a eficácia terapêutica da homeopatia. O comentário baseia-se em artigo desta mesma publicação, no qual pesquisadores suíços revisam 110 trabalhos científicos e chegam à conclusão de que a homeopatia não apresenta resultados superiores ao efeito placebo.

A homeopatia é um sistema de prática médica que data do início do século 19, cujas premissas se mantém inalteradas:

1) Primum non nocere - assim como na atualidade e mais ainda em uma época em que as armas da medicina tradicional eram as sangrias, elixires, ventosas, clísteres e medicamentos de eficácia questionável, a afirmação de que antes de tudo é fundamental não causar danos ao paciente, é ressaltada como axioma máximo.

2) Similia similibus curentur - uma doença seria curada por um remédio que provocasse no organismo humano os mesmos sintomas por ela acarretados. O sintoma seria um caminho de auto-cura do paciente, que deveria ser estimulado.

3) Unicismo - um único remédio deveria corresponder e expressar todos os sintomas (físicos e emocionais) apresentados. A homeopatia trata de pacientes, e não de doenças; assim diferentes pacientes com a mesma doença são tratados de forma diferente.

4) Os remédios são dados em doses infinitesimais - uma substancia vegetal é misturada ao álcool formando uma tintura, que a seguir tem uma gota diluída em 99 gotas de álcool, sendo vigorosamente agitada. Uma gota desta solução é sucessivamente diluída em 99 gotas de álcool, até que nas diluições maiores já não exista qualquer molécula da substância original. Quanto mais diluída uma solução, mais poderosa ela seria.

Embora os três primeiros fundamentos não agridam de forma contundente o nosso bom senso, o último - no qual se baseia toda a terapêutica - contraria todos os padrões de nossa realidade. Nada se comporta desta maneira no mundo que nos cerca (quanto mais diluído, mais forte).

O que seria então este efeito placebo? A doutora Sally Penrose, diretora da Faculdade de Homeopatia Britânica, ao questionar as conclusões do artigo do Lancet, afirma que 70% dos pacientes referem alterações positivas de saúde após os tratamentos homeopáticos: ''esses são pacientes que usualmente exauriram primeiro todas as opções convencionais e estão lidando com sofrimento intolerável'' .

Seria esta uma seleção prévia de pacientes eminentemente psicossomáticos, nos quais a postura receptiva do homeopata, as visitas de tempo mais prolongado, e a intervalos mais curtos, teriam um efeito reassegurador e terapêutico? E seria condenável esta prática, mesmo que todas as evidências científicas provassem sua ineficácia medicamentosa?

Talvez seja recomendável mais humildade aos alopatas, antes de condenarem com veemência um método que em profissionais receptivos, criteriosos e carismáticos superam em muito as estatísticas e coerências científicas. Da mesma forma, a humildade e o bom senso seriam fundamentais aos homeopatas, para reconhecerem os enormes avanços da ciência nos últimos 200 anos, e solicitarem a contribuição da medicina moderna às doenças de apresentação aguda, de potencial lesivo à vida do paciente, ou de evolução desfavorável à abordagem inicial homeopática.

As diferentes práticas não são necessariamente excludentes, se todos seguirem ao pé da letra o primum non nocere, seja por iatrogenia medicamentosa, seja por omissão do melhor diagnóstico e tratamento disponíveis.

Sergio Abramoff*
[*Dr. Sérgio Abramoff - diretor do Centro de Medicina Integrada da Clínica São Vicente da Gávea - RJ - publicado em 02/09 no Jornal do Brasil]

Nossa opinião
De todo exposto, vale ressaltar que as opiniões muito bem emitidas pelos colegas homeopatas foram dadas não como representantes da AMHB, embora o Dr. Matheus Marim seja o presidente do Conselho de Delegados e o Dr. Hylton Luz o 1º Secretário da AMHB. Seria ainda melhor se estas manifestações fosse em nome de uma instituição nacional forte o suficiente para ecoar no mundo todo.


II Seminário de Homeopatia do Rio de Janeiro

Aconteceu o primeiro dos Seminários de Homeopatia do Rio de Janeiro em 27 de agosto. Com a participação de 35 homeopatas pertencentes aos grupos do Municipio, Kent, Soherj, FBH, Juan (Masi Elizalde), GEHSH, e o patrocionio da Farmácia Homeopática Quintaessencia, que proporcionou um gostoso coffee-break, todos puderam desfrutar da companhia e interação grupal.

O segundo SEMINÁRIO de HOMEPATIA do Rio de Janeiro está confirmado para o quarto sábado de SETEMBRO (24/09) no HOTEL NOVO MUNDO. Praia do Flamengo, 20, às 08:00.

E é com muita ALEGRIA que comunicamos a confirmação deste e do seminário de outubro no Hotel Novo Mundo, que oferece melhores acomodações.

Os APRESENTADORES dos trabalhos terão sua inscrição ABONADA.

E... teremos o habitual SORTEIO!

E... o nosso estudo prosseguirá firme no projeto de educação continuada dentro de um ambiente de SINERGIA GRUPAL e com muita ALEGRIA na dinâmica dos encontros.

Divulguem, TODOS os participantes do primeiro seminário estão convocados, TODAS as sugestões foram refletidas e serão implementadas.

Quem não compareceu ao primeiro seminário SEJA muito BEM-VINDO para o segundo.

A programação segue depois da confirmaçãcao dos trabalhos do CASO clínico por ANGELA MOSCOSO e trabalhos pelo GRUPO do JUAN GOMEZ (Grupo Masi Elizalde).

Este ano estão programados os seminários de agosto, setembro, outubro e novembro. sempre no quarto sábado. Até então teremos pronto a ESTRUTURA ORGANIZACIONAL e os "ESTATUTOS" dos SEMINÁRIOS DE HOMEOPATIA DO RIO DE JANEIRO".

Ânimo Sobrinhos....

NamasTe
Tio Aldo


Furacão Katrina já é isca para golpes online [Fonte:Terra]

Os golpistas da Internet já estão aproveitando a passagem do Katrina. Na onda da destruição deixada pelo furacão, pessoas mal-intencionadas lançaram sites e estão enviando spam pedindo doações para as vítimas do furacão que arrasou o sul dos Estados Unidos. O centro de segurança Sans Institute já levantou suspeitas sobre os sites Katrinahelp.com, Katrinarelief.com e Katrinacleanup.com.

Nomes de domínio à venda
Outras pessoas estão explorando o desastre registrando nomes de domínio relacionados ao furacão e, depois, colocando estes registros à venda. Os donos dos domínios Aboutkatrina.com e Katrinaphotos.com, por exemplo, estão pedindo US$ 10 mil para passar o negócio adiante. O Katrinareleif.com (o erro na palavra é proposital) também pede a mesma quantia, e prevê que esses domínios garantam um bom e lucrativo tráfego ao longo dos anos.

Faça a sua parte
Doações para o fundo de assistência às vítimas do furacão podem ser feitas através da Cruz Vermelha, no site www.redcross.org. As informações são do Vnunet.

Olho vivo!



Obrigado e até o próximo número!

 



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