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Sabe
quantas faculdades de medicina homeopática existiram no Brasil?
Encontramos
um site muito interessante cuja responsável pela pesquisa,
Verônica Pimenta Velloso, nos mostra nossa história.
Em seu trabalho Dicionário Histórico-Biográfico
das Ciências da Saúde no Brasil – FioCruz
podemos ver sua origem e desenrolar de muita história.
As
faculdades, ao que parece, foram criadas nesta ordem:
- A Escola Suplementar de Medicina e Instituto Homeopático
de Saí, instalados em novembro de 1842, na região
do Saí, no Estado de Santa Catarina, foram as primeiras instituições
de Homeopatia a serem implantadas no Brasil pelo francês Benoit
Jules Mure.
- A
Faculdade de Medicina Homeopática do Rio de Janeiro foi criada
no dia 10 de abril de 1912, funcionando inicialmente num sobrado
na rua do Hospício, atual Buenos Aires, na cidade do Rio
de Janeiro. Alguns dos seus fundadores eram membros do Instituto
Hahnemanniano do Brasil.
Faculdade Hahnemanniana, Escola de Medicina e Cirurgia do Instituto
Hahnemanniano, Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro,
Escola de Medicina e Cirurgia da Federação das Escolas
Federais Isoladas do Estado da Guanabara, Escola de Medicina e Cirurgia
da Federação das Escolas Isoladas do Estado do Rio
de Janeiro, Escola de Medicina e Cirurgia da Universidade do Rio
de Janeiro.
- A Faculdade de Medicina Homeopática do Rio Grande do Sul
foi fundada em janeiro de 1914, tendo sido instalada à rua
Riachuelo, na cidade de Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul.
- A Escola Médico-Cirúrgica de Porto Alegre foi criada,
em fevereiro de 1915, na cidade de Porto Alegre, como desdobramento
da Faculdade de Medicina Homeopática do Rio Grande do Sul,
absorvendo parte de seus alunos, além de ter herdado posteriormente
o acervo patrimonial da extinta Faculdade de Ciências Médicas.
Já
outras instituições homeopáticas assim foram
nascendo
-
O Instituto Homeopático do Brasil foi criado no dia 10 de
dezembro de 1843 no município da Corte, pelo médico
homeopata francês Benoit Jules Mure com fins de propagar a
Homeopatia em favor das classes pobres, ficando sediado na rua São
José, n.59, na cidade do Rio de Janeiro.
- A Escola Homeopática do Brasil foi criada por membros do
Instituto Homeopático do Brasil, destacando-se entre eles
os homeopatas João Vicente Martins e Benoit Jules Mure. Tinha
por fim propagar a Homeopatia de Samuel Christian Friedrich Hahnemann,
autor do livro "Organon da arte de curar", publicado em
Dresden, 1810. Os seus estatutos foram aprovados em 12/01/1845,
ficando instalada no mesmo endereço do Instituto, à
rua São José, n.59, na cidade do Rio de Janeiro.Entre
1858 e 1882, manteve-se fechada sendo reaberta neste último
ano, com a denominação de Escola Livre de Medicina
Homeopática, segundo notícia divulgada pelo Jornal
do Commércio, não sabendo-se a data precisa de seu
término.
- O Instituto Panecástico do Brasil foi fundado em 3 de maio
de 1847, na cidade do Rio de Janeiro, pelo homeopata francês
Benoit Jules Mure, presidente do Instituto Homeopático do
Brasil e diretor da Escola Homeopática do Brasil.
- O Instituto Hahnemaniano Fluminense foi criado em data incerta,
na cidade do Rio de Janeiro. Desde o ano de 1876 o Instituto já
era mencionado em trabalhos sobre a história da Homeopatia
no país e em periódicos.
E não
deixe de ler A Homeopatia na Universidade nos textos
homeopáticos da HomeopatiaOnline
Você pode ler na íntegra no endereço: dichistoriasaude.coc.fiocruz.br
Site
da AMHMG
Fizemos
uma visita ao site da Associação Médica Homeopática
de Minas Gerais e constatamos que está muito bem feito, com
as informações atualizadas.
O site está bem "clean", na linguagem da Internet.
Logo na abertura somos convidados a ler uma entrevista com o Dr.
Marcus Zulian, onde ele destaca a falta de investimentos na área
e a necessidade de introduzir a Homeopatia nas faculdades do país.
Parabéns Minas!
Vale a pena visitar no endereço: www.amhmg.org
Videos
dos congressos, encontros e outros eventos
Você já não precisa ficar se lamentando
por não ter ido aquele evento. Saiba que a TVMED
pode ter feito a gravação daquela palestra. Ela é
uma empresa especializada na documentação de congressos,
simpósios, cursos e cirurgias em vídeo.
Veja a relação dos eventos que eles dispõem:

Você pode encomendar sua fita no endereco:www.tvmed.com.br
Umbigo
homeopático
Esta nova seção tem a abrangência para todas
as associações homeopáticas. Nela estaremos
conversando e contribuindo com sugestões para melhorar o
desempenho e crescimento da nossa Homeopatia e porque acreditamos
que o umbigo homeopático é mais embaixo. Ela é
aberta a todos os profissionais homeopatas que desejarem dar seu
recado.
A
Culpa é do Drauzio...
Parece-me
ser absolutamente inútil insistir no assunto, mas salvo algumas
iniciativas esporádicas e literalmente isoladas, não
escuto nada, não vejo nada e não sinto a presença
da Homeopatia em nenhum veículo de comunicação.
A presença da Instituição homeopática
como um todo para fora de si mesma é nenhuma. Sei que tem
um bom número de colegas que torcem o nariz para a divulgação
institucional da Homeopatia, até porque nossa "mídia"
é mesmo problemática, serve a inúmeros interesses,
alguns deles notoriamente escusos. Mas esta mesma "mídia"
é capaz de elevar às alturas e transformar um médico
em "pop-star" nacional por méritos próprios,
sem dúvida, mas também pelo "buraco aberto"
pela falta de informação e educação
médica ao público leigo. Falo do Dr. Drauzio Varella
que, em entrevista à revista Marie Claire na edição
de Abril deste ano, mais uma vez disse o que quis da Homeopatia
sem nenhuma contestação até agora.
O
Dr. Drauzio é o que se pode chamar de um adicto em trabalho:
não para de trabalhar, tem prazer nisso, tem talento e atua
em muitas frentes. Tem forte vocação humanista e alguma
vaidade, pois ninguém é de ferro e ele até
merece. Possui muita objetividade e quem quiser conferir vá
ao site dele em www.drauziovarella.com.br
só para entendê-lo melhor. Em muitas coisas pensa a
Medicina como nós pensamos e, obviamente, diverge no paradigma.
Porém, com a postura de um "cruzado", investe contra
as chamadas "medicinas alternativas" sendo a Homeopatia
seu alvo preferido. Dá a impressão que desconhece
que somos uma especialidade médica. Não seria de se
admirar, pois nosso nível de divulgação pública
é tão baixo que até hoje ainda tem gente que
não sabe se homeopata é médico formado.
Reproduzo
aqui alguns trechos da entrevista, antes de continuar com minha
análise:
MC
(Revista Marie Claire) - O que você acha das medicinas alternativas?
DV (Drauzio Varella) - O meu interesse é zero. Se a medicina
fosse do jeito que eles propõe, um homem viveria 30 anos
e morreria na primeira amigdalite. O que eles fazem é o oposto
do que eu penso da medicina.
MC- Por que?
DV- Porque eu acho que a medicina tem que se basear na experimentação
e na repetição da experiência (...) Esse pessoal
da chamada medicina alternativa- já não gosto do nome
porque dá a impressão de alternativa quando não
há alternativa nela - se baseia no quê? Na subjetividade.
(...) É a volta da medicina a um tempo passado, a uma fase
em que a medicina não tinha nenhum tratamento específico
e então ficava com estas panacéias.
MC- Você
não gosta da idéia de mágica...
DV- Ah, o que é isso? Isso para mim não é medicina,
é religião. Eles ficam ofendidíssimos quando
a gente fala assim, mas eles não têm resultados aferíveis.
O cara diz que tal coisa é boa para sinusite. Ótimo.
Eu não sou contra não, se você tem uma Homeopatia
para sinusite então, por favor, trate 200 casos e publique
um trabalho científico para que eu possa analisar.
Então
gente?
Há algum tempo rolou na lista "profissionaishomeopatas"
uma discussão sobre o que fazer no caso do Dr. Drauzio e
eu não me lembro bem o que era. De concreto absolutamente
nada. Havia naquela época uma boa chance de se colocar a
Homeopatia em debate público convidando o Dr. Drauzio para
algum evento de grande divulgação. Bem, isso é
passado, e em branco. O colega médico em questão pelo
menos tem a decência de dizer "na lata" aquilo que
muitos outros pensam, mas fazem jogo político.
Afinal, uns mil, dois mil, três mil votinhos, um apoio aqui
e ali não fazem mal a nenhum CRM ou AMB, sem falar nos benefícios
que a presença da especialidade homeopática confere
aos planos de saúde, que até agora são os únicos
a lucrarem com a institucionalização da Homeopatia.
Na hora do "vamos ver" todo mundo sai fora. Dão
uns "docinhos" para nós: uma cadeira eletiva, em
duas ou três faculdades de medicina, e uma boa meia dúzia
de comissões espalhadas pelo país para a implantação
de projetos nas áreas de saúde pública. E só.
E ainda há quem ache que isto é "agravação",
que nossa hora vai chegar. Pois sim, isto é acomodação
e esta figura sintomática em vários medicamentos faz
parte de uma enorme sífilis já beirando a "tabes
dorsalis".
Nosso
problema não é o Drauzio. É reconhecer que
não adianta nos enfiarmos para dentro de nossos próprios
umbigos, pois jamais encontraremos lá o Dr. Hahnemann, mas
sim muita "caraca" (aquela antiga, não a gíria
dos nossos filhos) preta de umbigo de criança desleixada
ou, pior ainda, de gente velha e reumática cujos nódulos
artríticos impedem a execução uma higiene umbelical.
Prefiro a primeira comparação, pois uma criança
tem para onde crescer.
Juro
que preferiria estar expondo, neste já quase um manifesto,
meu lado mágico, aquele que o Drauzio não gosta, gastando
dedo, tempo e vontade para discutir temas homeopáticos, mas
como me falta atitude de avestruz, meu lado "Cassandra"
(apud FHC) aponta que se não abrirmos os olhos, bocas e narizes
daqui a pouco alguém (re) inventa a Homeopatia e a gente
ainda vai ter de pagar pós-graduação e título
de especialista. Baratinho... Uns seiscentos reais...
Saudações
Homeopáticas,
Gervásio
D'Araujo
(Médico homeopata e membro da AMHERJ)
Grupo
de Estudos para Homeopatas Veterinários - Procura-se
O Dr. Juan Agustín Gómez, profissional com mais de
27 anos de experiência no ensino e prática homeopática,
está a procura de profissionais que buscam aperfeiçoamento
na prática cotidiana ou que necessitam aprofundar conhecimento
para prova de título.
Informações:
juanagustin@terra.com.br
E
o Congresso de Homeopatia Veterinária
Está marcado para agosto de 2003, mas até agora nada
foi divulgado.
Se
alguém tiver alguma notícia, ficaríamos muito
contentes de saber.

Você
sabe o que é uma PULHA virtual e como identificá-la?
Pulha
é o nome que se dá às famosas correntes da
Internet ou hoaxes que empesteiam nossas caixas de correio eletrônico.
Mais
cedo ou mais tarde você vai deparar com algumas dessas historinhas
que vagam pela Internet. Vez por outra uma delas "cai"
em sua rede, ou melhor, em sua caixa de correio eletrônico.
Para
saber mais e muito mais sobre elas, aconselhamos a visita ao
endereço: www.quatrocantos.com/lendas/index.htm
E pense
sempre no aviso dado por eles:
Não
acredite, de imediato, em tudo aquilo que você lê,
Inclusive
no que você acabou de ler.
Use
o senso crítico

Falso
cartão virtual do BOL rouba senhas do PC
23/5/2003
- Giordani Rodrigues - Infoguerra
De ontem para
hoje, muita gente recebeu uma mensagem com um "cartão
virtual" do provedor BOL. Acontece que o link para o suposto
cartão era falso e, embutido no código HTML da mensagem,
havia o endereço de um arquivo executável hospedado
na Kit.Net. Quem rodasse o arquivo, corria o risco de ter suas senhas
roubadas.
Trata-se de
mais uma entre as dezenas de tentativas de se apoderar de senhas
de internautas, principalmente as bancárias, que golpistas
estão aplicando nos últimos meses. Os endereços
com os arquivos maléficos ainda estão no ar, e podem
ser visto em www.cartoesbol.kit.net/bol/, www.cartoeslove.kit.net/cartao/,
e outros.
InfoGuerra
enviou o arquivo "Cartao.exe" para análise pelo
serviço WebImmune, da McAfee, que identificou um trojan de
nome PWS-Shub, capaz de roubar senhas armazenadas na máquina
em que for executado.
No ínicio
de maio já haviam circulado mensagens semelhantes, com falsos
cartões do BOL e de outros sites. Um deles, com o nome "Desejos.exe",
trazia um programa capaz de registrar não só as teclas
que o usuário digita, mas também as imagens do monitor
ao redor dos cliques do mouse. O objetivo principal é captar
as senhas clicadas pelos usuários em teclados virtuais de
bancos online. Golpes nesse estilo têm se repetido à
exaustão ultimamente, portanto é bom ficar alerta.

Cuidado
com o spyware
Na coluna anterior, comentei que aplicativos de troca de arquivos
de música costumam ser acompanhados de programas que violam
a privacidade de seus usuários. Pensava em abordar o tema
futuramente, mas as solicitações de leitores aflitos
me levaram a fazê-lo agora.
São
programas do tipo “spyware” (“programa espião”).
Como o Gator, que envia a lista dos sítios que você
visita para empresas interessadas nesta classe de dados (que os
usam, por exemplo, para abrir janelas com publicidade em sua tela
quando você visita sítios de concorrentes).
Parece
ilegal. E é, a menos que você permita. Se isso o tranqüilizou,
comece a se preocupar: provavelmente você já permitiu
e não sabe. Por exemplo: quem instalou o Grokster ou o Morpheus
para intercâmbio de arquivos de música, certamente
concordou com os termos de suas EULAs (licenças de uso, ou
“End User Licence Agreement”). Sem ler, naturalmente.
Pois caso as tivesse lido, saberia que ao aceitá-las consentiu
que, além de outros, o Gator fosse instalado na máquina.
Há
outros meios de instalação, como, por exemplo, usar
certas facilidades de programas navegadores e de correio eletrônico
para instalar spywares após a simples abertura de mensagens
ou visitas a sítios mal-intencionados. Mas aproveitar-se
da ingenuidade de quem concorda com aquilo que não lê
é o método mais comum, já que assim os pilantras
sempre podem alegar que a vítima concordou. O Grokster, por
exemplo, se dá ao desplante de, com ele, instalar treze outros
programas, incluindo Gator, VX2 e WebHancer, notórios spyware.
E o Kazaa instala sete, incluindo o spyware SaveNow. Os demais em
geral são do tipo “adware”, programas que exibem
publicidade através da inopinada abertura de janelas na área
de trabalho. E, se você acha que esses são suportáveis
pois não violam sua privacidade, é bom lembrar que
a maior parte deles rodam o tempo todo em segundo plano —
consumindo capacidade de processamento do micro e fazendo-o ficar
mais lento — e freqüentemente provocam travamentos, em
razão de incompatibilidades com os demais programas instalados.
Mas
talvez o aspecto mais terrível dessas pragas é o fato
de que, mesmo após a remoção do programa que
as instalou, elas permanecem na máquina exercendo sua ação
deletéria. E se você conseguir removê-las manualmente,
duas coisas podem acontecer: ou o programa que as instalou pára
de funcionar (se seus “acompanhantes” forem removidos,
Grokster e Kazaa alegam falta de componentes essenciais e exigem
reinstalação, o que reinstala igualmente os programas
indesejáveis) ou, o que é ainda pior, simplesmente
se reinstalam sem aviso na próxima inicialização.
A maneira
mais segura de se livrar deles é usar programas especializados
nessa tarefa. Que funcionam de forma similar aos antivírus:
mantêm um banco de dados com definições de arquivos
e alterações no Registro que denunciam a presença
dos programas indesejáveis e, quando os localizam na máquina,
providenciam a remoção. Há diversos. Os mais
conhecidos são o Ad-Aware (a preços de US$ 26,95 ou
US$ 39,95, conforme a versão, no sítio da Lavasoft,
em <www.lavasoft.com>) e o SpyWare Eliminator (com uma versão
que apenas denuncia a presença de programas indesejáveis,
gratuita, e outra que os remove, por US$ 39,99, ambas obteníveis
no sítio da Alluria, em <www.alluriasoftware. com>).
Mas meu preferido é o SpyBot Search & Destroy,
que pode ser obtido em http://security.kolla.de.
Que, além de ser grátis (solicita apenas uma doação
voluntária), foi considerado o mais eficiente em avaliação
efetuada pela revista americana PC Magazine na edição
de 22/04/2003.
Baixe-o,
instale-o e execute-o. Você vai se surpreender com a quantidade
de porcarias que encontrará em sua máquina. Como sei?
Fácil: eu, que não rodo nenhum daqueles programas
“perigosos”, não visito sítios pouco confiáveis,
uso um excelente filtro anti-spam e sou dado ao vício de
ler EULAs, decidi rodá-lo em minha máquina de trabalho
exclusivamente para testá-lo e escrever esta coluna. Para
minha surpresa, ele encontrou... 43 infestações!
[por BPiropo - colunista do Informática ETC de O Globo]

Obrigado
e até o próximo número!
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